domingo, 17 de fevereiro de 2013

Clássicos da Arquitetura: Catedral de Santa Maria da Assunção / Pier-Luigi Nervi e Pietro Belluschi | ArchDaily Brasil


Clássicos da Arquitetura: Catedral de Santa Maria da Assunção / Pier-Luigi Nervi e Pietro Belluschi

A catedral é uma coberta em cruz sobre uma base quadrada. Oito paraboloides hiperbólicos de concreto fazem a transição do quadrado à cruz, elevada à uma altura de 58 metros aproximadamente. Externamente, uma extrusão do quadrado que deixa marcadas as verticais que levam aos quatro pontos da cruz. Internamente, os braços da cruz descem procurando encontrar o solo.

© Liao Yusheng
Quatro grandes pilares de desenho singular suportam a coberta. Estão localizados em cada uma das quatro esquinas. O piso apresenta amplos padrões formados por tijolos vermelhos.
© Liao Yusheng
Grandes aberturas enquadram vistas da cidade de São Francisco. Extensas fitas de vitrais percorrem as verticais e horizontais formadas pela cruz da coberta.
© Liao Yusheng
Alguns objetos de arte são suspensos sobre o altar. Uma escultura cinética de Richard Lippold aparece suspensa por fios de ouro. O coro escultórico, que abriga um órgão de tubos, surge solto atrás dos fiéis.
© Liao Yusheng
© Liao Yusheng

Ficha técnica:

  • Arquitetos: Pier-Luigi Nervi e Pietro Belluschi
  • Ano: 1971
  • Endereço: São Francisco, California, Estados Unidos São Francisco Estados Unidos da América
  • Tipo de projeto: Religioso
  • Status: Construído
  • Materialidade: Concreto
  • Estrutura: Concreto
  • Localização: São Francisco, California, Estados Unidos, São Francisco, Estados Unidos da América
  • Implantação no terreno: Isolado

Localização aproximada

Clássicos da Arquitetura: Catedral de Santa Maria da Assunção / Pier-Luigi Nervi e Pietro Belluschi

São Francisco, California, Estados Unidos, São Francisco, Estados Unidos da América
Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Citar: Fracalossi , Igor . "Clássicos da Arquitetura: Catedral de Santa Maria da Assunção / Pier-Luigi Nervi e Pietro Belluschi" 16 Feb 2013. ArchDaily. Accessed 17 Feb 2013. <http://www.archdaily.com.br/97753>

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Cinema e Arquitetura: “A Origem” | ArchDaily Brasil

Notícias


Cinema e Arquitetura: “A Origem”

Esta semana apresentamos um filme recente, “A Origem”, no Cinema e Arquitetura Uma história incrivelmente descrita por Christopher Nolan, em que os sonhos dentro de sonhos podem ser manipulados por “arquitetos” que podem construir uma realidade imaginária.

Cenas do Filme: “A Origem”
Imagine: ser capaz, como arquiteto, de criar ambientes inteiros usando apenas as nossas mentes como recurso. Os convidamos a expressar quais seriam suas ideias se você tivesse esta ferramenta e, nesta ocasião, também os convidamos a indicar os próximos filmes que poderão fazer parte desta sessão, basta comentar abaixo.
Cenas do Filme: “A Origem”
INFORMAÇÕES
Título Original: Inception
Ano: 2010
Tempo: 148 min.
País: Estados Unidos
Diretor: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan
Trilha Sonora: Hans Zimmer
Elenco: Leonardo DiCaprio, Ken Watanabe, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard, Ellen Page, Tom Hardy, Cillian Murphy, Tom Berenger, Michael Caine
Cenas do Filme: “A Origem”
SINOPSE
Cobb (Leonardo DiCaprio), um arquiteto de sonhos, vive numa realidade na qual é possível entrar na mente humana. Junto de seu braço direito, Arthur (Joseph Gordon-Levitt), ele é um dos melhores na arte de roubar segredos valiosos do inconsciente, durante o estado de sono. Além disto ele é um fugitivo, pois não pode retornar aos Estados Unidos devido à morte de Mal (Marion Cotillard). Desesperado para rever seus filhos, Cobb aceita a ousada missão proposta por Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês: entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Para cumprir esta missão ele conta com a ajuda do seu parceiro Arthur, a inexperiente arquiteta de sonhos Ariadne (Ellen Page) e Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar de forma precisa no mundo dos sonhos.

Cenas do Filme: “A Origem”
TRAILER http://www.youtube.com/watch?v=m9TAv-04qSs&feature=player_embedded
Citar: Delaqua , Victor . "Cinema e Arquitetura: “A Origem”" 15 Feb 2013. ArchDaily. Accessed 16 Feb 2013. <http://www.archdaily.com.br/97229>

Cidades fantasmas ao redor do mundo | ArchDaily Brasil


Cidades fantasmas ao redor do mundo

Este post foi feito por Cian O’ Driscoll, escritor do blog de lifestyle Raconteur Livingo qual explora arquitetura e cultura popular. Cian é atualmente mestrando de Ciência em Arquitetura no Cork Institute of Technology, Irlanda.
Cidades abandonadas são uma consequência infeliz da vida e do crescimento em nosso planeta. As razões para o abandono de uma cidade são tão variadas quanto as pessoas que habitaram seus edifícios e caminharam em suas ruas. Muitas dessas cidades são esquecidas e simplesmente alinham as páginas da história. Algumas são exemplos de mau planejamento urbano, algumas, o resultado do esgotamento dos recursos naturais, enquanto outras são lembranças tristes da fragilidade da vida em um mundo nuclear.
Abaixo estão algumas imagens impressionantes de cidades fantasmas por todo o mundo. Muitas dessas foram abandonadas durante décadas, no entanto, devido ao rápido crescimento e expansão, particularmente na China, estamos agora em uma era de cidades abandonadas “modernas”.
Leia as histórias por trás destas cidades fantasmas modernas, a seguir…

Ilha de Hashima, Japão
Hashima Island © Flickr User CC filmmaker in Japan
Uma pequena rocha de 15 acres projetada a partir do oceano ao largo da costa de Nagasaki, Japão – conhecida como Hashima Island – já foi um centro de mineração de carvão que prosperou por quase um século. A ilha fica no topo de um depósito de carvão que desce fundo no oceano abaixo. Em 1890, o carvão foi aproveitado pela Corporação Mitsubishi do Japão, que por sua vez comprou Hashima das famílias locais que a possuíam, período no qual o auge da cidade se iniciou. Em vez de transportar os trabalhadores necessários para explorar os depósitos de carvão, a Mitsubishi construiu uma cidade para os seus trabalhadores na ilha. No seu auge, em 1959, a Ilha de Hashima foi a cidade mais densamente povoada da Terra, com 5.259 habitantes, isto é, 835 pessoas para cada 2,5 hectares. Em 1974, o petróleo havia ultrapassado o carvão como principal fonte de energia do mundo e a empresa divulgou que a mina seria fechada. Em abril de 1974, o último dos habitantes foi transportado para o continente e a ilha foi definitivamente fechada.
Pripyat, Ucrânia
Hospital in Pripyat. © Flickr User CC abandonia
Em 1970, o governo soviético construiu uma pequena cidade para os trabalhadores das centrais nucleares de Chernobyl. A cidade de Pripyat desfrutava de conveniências que muitas outras cidades soviéticas apenas invejavam: arranha-céus de apartamentos, escolas, um centro cultural, hospitais, piscinas, teatros, lojas, restaurantes, cafés, parques infantis e um estádio. Na manhã de 26 de abril de 1986, no entanto, esta cidade seria irreversivelmente alterada. No dia seguinte ao desastre da usina de  Chernobyl, enquanto helicópteros zumbiam e a fumaça grossa subia do reator quatro, o governo soviético solicitou a evacuação imediata da cidade. Os moradores foram informados de que tinham duas horas para recolher todos os pertences essenciais e embarcar em um ônibus para a evacuação obrigatória. Eles foram informados de que a sua evacuação seria apenas temporária, para talvez três dias, no máximo, e assim, os residentes deixaram a maioria de suas roupas, fotografias, brinquedos e animais de estimação da família para trás. Os 50.000 cidadãos partiram de Pripyat em uma linha de ônibus de Kiev, todos à espera de ver a sua cidade natal de novo em poucos dias. Eles nunca iriam voltar.
Ordos, China
Antes de mencionar Ordos, vale a pena fazermos um desvio fascinante por Hong Kong. A cidade de Kowloon Walled era um povoado densamente povoado e em grande parte sem governo, em Kowloon, Hong Kong. No passado, na Dinastia Song, serviu como um posto militar para defender a área contra piratas e gerenciar a produção de sal antes de passar a ser de domínio britânico. Durante a ocupação japonesa na II Guerra Mundial a população inchou, já que milhares de residentes de Hong Kong procuraram refúgio no enclave improvisado. Uma vez que o Japão se rendeu a partir da cidade, a população aumentou drasticamente novamente com numerosos invasores chegando.
Kowloon Walled City. © Ian Lambot
No início dos anos 1980, transformou-se um paraíso para os criminosos e conhecida por casa de bordéis, cassinos, salões de cocaína e antros de ópio. A cidade tornou-se o foco de uma crise diplomática entre a Grã-Bretanha e China, que se recusavam a assumir sua responsabilidade. Eventualmente, ambas as autoridades britânicas e chinesas concluíram que a cidade estava cada vez mais insuportável, apesar das taxas de criminalidade mais baixas em anos posteriores. Desgovernada por normas de saúde e segurança ou quaisquer códigos de construção, a qualidade de vida e as condições sanitárias em que os cerca de 50 mil habitantes viviam foi motivo de muita preocupação. Em 1991, a evacuação da cidade Walled começou. Muitos moradores protestaram contra a evacuação e demolição, mas apesar disso, a compensação e realojamento dos moradores custou ao governo US $ 2,7 bilhões de dólares de Hong Kong, e os últimos moradores saíram no início de 1992. Os anos seguintes viram o nivelamento de toda a cidade e em 1995 o Parque Kowloon Walled foi aberto no local onde esta vergonhosa cidade ficava.
Apesar de Kowloon Walled City nunca ter sido tecnicamente uma “cidade fantasma”, foi o precedente para a atual onda chinesa, as cidades “vazias”. Desde Kowloon, a China continuou a crescer em um ritmo sem precedentes: estima-se que 20 milhões de pessoas migram das zonas rurais para as cidades todos os anos. Em um esforço para compensar a criação de centros urbanos informais como Kowloon, e em antecipação de crescimento e expansão, a China estabeleceu massivas cidades planejadas  -  mas o desenvolvimento superou o afluxo de residentes propostos. Embora este problema possa ser visto em muitos países, como a Irlanda, particularmente em Ordos, na Mongólia, ele pode ser testemunhado em uma escala maciça.
Essas cidades fantasmas, com pontes para lugar nenhum e estradas vazias, alimentam o ceticismo de muitos analistas ocidentais que consideram a economia chinesa desequilibrada. Em 2011, a porcentagem da população chinesa em áreas urbanas chegou a um surpreendente 51,3%, comparado com menos de 20% em 1980. A OECD (Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento – Organisation for Economic Co-operation and Development) projeta que a população urbana já descontrolada da China vai expandir por mais de 300 milhões de pessoas em 2030 – uma adesão quase igual ao da população atual dos Estados Unidos.

 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=sLnR2JIW3pA

A confiança chinesa em sua urbanização colossal é reforçada pelos muitos exemplos de projetos urbanos de “vazios”, tais como Shangai Pudong. Construído no final de 1990, Shanghai Pudong permaneceu vazio por um longo período, mas lentamente foi sendo ocupado. Possui hoje uma população de cerca de 5,5 milhões. A China não espera para construir novas cidades. Em vez disso, o investimento e a construção deve estar alinhada com o fluxo futuro de moradores urbanos. Os empregos em áreas urbanas explodem em um ritmo consistente e o desenvolvimento de infraestruturas e alojamentos em antecipação ao crescimento têm sido sempre parte do grande plano da China. O que todo o resto do mundo pode fazer é simplesmente assistir à maior urbanização que o mundo já viu.
Referências
Comentário de Stephen Roach, economista-chefe e membro sênior Jackson da Universidade de Yale Instituto de Assuntos Globais, publicado no Project Syndicate.
Relatório McKinsey em urbanização crescente na China e megacidades.
Artigo de pesquisa por Elfar Petursson, Universidade da Islândia.
Via Raconteur Living
Citar: Britto , Fernanda . "Cidades fantasmas ao redor do mundo" 15 Feb 2013. ArchDaily. Accessed 16 Feb 2013. <http://www.archdaily.com.br/97622>

domingo, 10 de fevereiro de 2013

The Indicator: Em um dia limpo você pode quase ver Pequim | ArchDaily Brasil


 Notícias


The Indicator: Em um dia limpo você pode quase ver Pequim

Eu me lembro da neblina em Pequim criando os mais belos céus. Havia uma espécie de inocência na poluição naquela época, antes dos motores do desenvolvimento econômico engrenassem.
Era somente um belo pôr-do-sol, ou uma névoa marrom delicada que romanticamente amaciava os limites de tudo – enquanto destruía seus pulmões, é claro. Porém, assim como as tempestades de areia, a poluição deu à cidade uma qualidade distinta e rarefeita.

© Gilles Sabrie for The New York Times. Coal mounds in Gobi, Mongolia
Havia também menos disto – menos poluição e menos cidade. Pequim, como a maioria das cidades chinesas, era muito menor a dez anos atrás; com menos edifícios; caminhões sujos levantavam fumaça em direção aos canteiros de obras. A maioria da população não possuía carros. As coisas estavam apenas começando.
A maneira como a neblina de Pequim está sendo escrita hoje me faz lembrar da “zoohemic canopy” de Lars Lerup, descrita em seu livro “After the City”. O autor descreve a atmosfera de Houston como uma parte intrínseca ao caráter da cidade.
© Reuters via uk.news.yahoo.com
Porém a cobertura(canopy) descrita por Lerup é benigna, passiva e até bela, uma bolha amiga gigante que forma outro nível de vida. E não algo conjurado pela bruta ambição econômica e nacionalismo imprudente, como é encontrado no ar apocalíptico chinês. A impacto da cobertura de Lerup era mais climático do que um subproduto tóxico.
© Chinese artist Ai Weiwei via guardian.co.uk
A neblina de Pequim chega ao seu piro nível de poluição no inverno, quando a cidade fuma carvão como cigarros para manter o aquecimento.
Quando vivi lá, está “névoa” certamente gerou preocupação quando surgiu, porém não era ainda um problema internacional ou uma medida do progresso. Durante as últimas semanas, a qualidade doar de Pequim se tornou um espectro da atual frenesi chinesa de desenvolvimento -  uma trajetória econômica que nós do ocidente somos completamente cúmplices. Os motores chineses estão a trabalhando para nossos Walmarts e iPads, nossos destinos econômicos entrelaçados.
© China Chas, Flickr via marketplace.org
Parte do sonho ocidental para a China é que foi definido por um passado bondoso, mas não pela força econômica contemporânea. Apesar de dependermos, estamos menos despreocupados com esta China. Ela tem sido nosso maior e mais necessário domínio de outrem, ajudando a alavancar noções populares de contemporaneidade institucional e superioridade cultural. Porém esta alegoria tornou-se instável com o crescimento chinês, e agora poluindo com o melhor de nós.
© Jianan Yu Reuters via nytimes.com
Desta maneira, a poluição atmosférica tornou-se gigante bege ameaçador de nossa xenofobia. Quanto mais a China poluí, mais projeta seu poder, tornando sua poluição em um índice de agressão inesperado e acidental. A China espalha sua neblina do mesmo modo como seu dinheiro e pessoas. Em 2008 houve um temor de que a névoa tóxica chinesa pudesse atingir a Europa. Naquele ano, o mundo também observou se a qualidade atmosférica seria suficiente para a cidade receber os Jogos Olímpicos.
© Reuters via uk.news.yahoo.com
Houveram dias nas ultimas semanas que o Índice de Qualidade Atmosférica (AQI – Air Quality Index). Em alguns distritos de Pequim relataram um nível acima de 900. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde – ONU) este nível de qualidade pode, potencialmente, diminuir a expectativa de vida em cinco anos. Logo, vocês em Pequim: Vocês tiveram cinco anos roubados de suas vidas.
© Via chinadaily.com
Em quase todo o mundo, 40% da produção de energia é utilizado carvão (nos EUA chega a 42%), enquanto na China 79% da energia é produzida com carvão. Além disso, segundo o relatório especial do New York Times, para lidar com a demanda crescente a China ira instalar cerca de 160 novas plantas de energia baseadas em carvão nos próximos quatro anos. Carvão ainda é rei… e imperador também, e será por um bom tempo.
Citar: Britto , Fernanda . "The Indicator: Em um dia limpo você pode quase ver Pequim" 09 Feb 2013. ArchDaily. Accessed 10 Feb 2013. <http://www.archdaily.com.br/96655>

MoMA | Le Corbusier: Um Atlas de Paisagens Modernas | ArchDaily Brasil


MoMA | Le Corbusier: Um Atlas de Paisagens Modernas

A nova exposição do MoMA Le Corbusier: An Atlas of Modern Landscapes foca na maneira em que Le Corbusier focava no mundo da arquitetura. Ela explora seus projetos de arquitetura mais famosos assim como a maneira pela qual ele foi capaz de realizá-los. Através de uma coleção de aquarelas, desenhos e fotografias, o curador Jean-Louis Cohen proporciona um mergulho nas jornadas e desenvolvimentos de Le Corbusier como um arquiteto, como ele explorava o mundo e que ele desenhou a partir de suas viagens e observações.

A obra de Le Corbusier e suas considerações tiveram uma larga influência na comunidade arquitetônica. Os cinco pontos da arquitetura são estudados por jovens estudantes de arquitetura ao redor do mundo. Seus ideais modernistas são considerados atemporais em alguns aspectos. E suas teorias urbanas foram concretizadas em muitas cidades-jardim americanas. Ele e seus contemporâneos transformaram a prática de arquitetura através da experimentação de materiais e engenharia abraçando as tecnologias e técnicas da época. Eles exploraram o potencial da pré-fabricação, assim como a estética do sem adordo de formas e funções simples. Mas o arquiteto nunca se afastou das considerações de como o corpo humano habitava o espaço. Seus esboços revelam uma adesão à proporção áurea e exploravam proporções similares do corpo humano, explorando maneiras de como a forma ideal da arquitetura poderia acomodar melhor o corpo.
Villa Savoye Poissy-sur-Seine, França. 1929-31. Madeira, alumínio e plástico. / Le Corbusier; The Museum of Modern Art, New York. Purchase. © 2012 Artists Rights Society (ARS)
Como um arquiteto, Le Corbusier cresceu de suas próprias teorias, explorou novas formas e novas maneiras de expressão espaço e ocupação. Ainda sim, a amplitude de sua obra também revela seu interesse em outras partes do projeto. Ele gastou tempo considerável desenhando móveis, para fins de modularidade e facilidade de projeto, e suas explorações na maneira como nós usamos ferramentas e de que maneiras elas se tornam extensões de nós mesmos.
Marseille, maquete da superestrutura mostrando o entorno. / Le Corbusier; The Museum of Modern Art, New York. Purchase. © 2012 Artists Rights Society (ARS)
Talvez Le Corbusier é mais conhecido por seu pioneirismo na estética modernista e sua extensiva obra como parte do Estilo Internacional, mas essa exibição no MoMA vai revelar as fontes dessa abordagem variada de projeto e a raíz da influência em seus trabalhos. Aprecie a exposição na cidade de Nova Iorque, abertura dia 09 de Junho de 2013
Título Original: MoMA: Le Corbusier: An Atlas of Modern Landscapes
Website: http://www.moma.org/visit/calendar/exhibitions/1321
Organziadores: MoMA
De: Sun, 09 Jun 2013 00:00
à: Mon, 23 Sep 2013 00:00
Onde: MoMA
Endereço: Museum of Modern Art, 11 West 53rd Street, New York, NY 10019, USA
Citar: Britto , Fernanda . "MoMA | Le Corbusier: Um Atlas de Paisagens Modernas" 09 Feb 2013. ArchDaily. Accessed 10 Feb 2013. <http://www.archdaily.com.br/96379>